Curso gratuito do Procon-PE orienta como evitar o superendividamento

Superendividamento

Superendividamento

Destinar o 13º salário para pagar dívidas pode ser o caminho certo. A orientação dos especialistas é usar a renda extra para quitar os débitos e começar 2012 ivre das contas de final de ano – ou, pelo menos, grande parte delas. Pensando nisso, o Procon-PE está oferecendo um curso gratuito que va ajudar o consumidor a fazer um planejamento financeiro e evitar o superendividamento.

Para o coordenador geral do Procon-PE, José Rangel, a época é de economizar visando as despesas de janeiro, como IPVA, IPTU e material escolar. “No curso, vamos analisar a situação de cada participante, apresentar planilhas…Qualquer pessoa pode participar, de qualquer idade”, explica. As turmas serão compostas por 50 consumidores, podendo se estender se houver grande número de inscritos.

O coordenador lembra que o consumidor sempre pode negociar dívidas. “Sem dúvida, é melhor pagar logo. Mas existem formas de pagamento. Se você está pagando juros de mora, que é bastante alto, então é melhor contrair um empréstimo com taxas de juros pré-fixadas e diluir o pagamento desse empréstimo de forma com que caiba no orçamento, não comprometendo o sustento da família”.

De acordo com ele, saber o limite de endividamento é o segredo para um orçamento tranquilo. “É importante que o consumidor não gaste mais do que aquilo que ele ganha, para não comprometer a renda familiar. Ele deve planejar as finanças. Esse curso foi pensado para ajudar o consumidor”, diz.

As inscrições podem ser feitas pelo telefone (81) 3181-7006 e as aulas acontecem a partir do próximo dia 16, na sede do Procon-PE, que fica na Rua Floriano Peixoto, 141, no Bairro de São José, centro do Recife.

Fonte: G1

 

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Comportamento identifica se pessoa tende a se tornar inadimplente

Psicologia na analise de crédito

Psicologia na analise de crédito

 

SÃO PAULO – Uma tese de doutorado defendida na Universidade de São Paulo relaciona variáveis psicológicas dos indivíduos com risco de serem maus devedores. A tese propõe uma metodologia de análise de crédito com base em dados como consumo de álcool e se os indivíduos fumam ou não.

O trabalho, que é do professor Pablo Rogers, da Faculdade de Gestão e Negócios da Universidade Federal de Uberlândia, venceu o Prêmio Revelação em Finanças do Ibef-SP (Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças).

Entre as conclusões do estudo, Rogers ressalta que “problemas de autocontrole, identificados por indivíduos que bebem em média mais de quatro copos de bebida alcoólica no dia ou são fumantes, mostraram-se importantes para identificar tendências à inadimplência”.

Também foi observado que compradores classificados como compulsivos possuem mais probabilidade de entrar para o grupo de inadimplentes.

Psicologia econômica

Rogers propôs um questionário que leva em consideração perguntas como se a pessoa considera uma necessidade ou luxo comprar presentes para amigos, crianças ou parentes em datas comemorativas. Também perguntou até que ponto uma pessoa concorda com a seguinte frase: ‘se eu tenho algum dinheiro sobrando no final do mês, eu simplesmente tenho que gastá-lo’.

“Indivíduos que consideram presentear crianças ou amigos em datas comemorativas como uma necessidade, mesmo que muitas pessoas considerem um luxo, ou festejam datas comemorativas, possuem maior chance de se encontrarem no grupo de mau pagador”, avaliou.

O objetivo do estudo foi observar atitudes em relação ao dinheiro, atitudes em relação ao débito e crédito, autocontrole, comportamento de consumo, socialização econômica, educação financeira, comparação social e horizonte temporal, tentando “explicar por que alguns indivíduos possuem problemas com débito/crédito, enquanto outros não”.

Fonte: InfoMoney

 

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13º salário injetará R$ 118 bi na economia até dezembro, diz Dieese

 

13º salário = oportunidade para cobrança.

13º salário = oportunidade para cobrança.

 

O pagamento do 13º terceiro salário aos trabalhadores brasileiros deve injetar até dezembro cerca de R$ 118 bilhões na economia, valor 15,6% maior do que o estimado para o ano passado (R$ 102 bilhões), segundo estimativa do Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos).

A quantia representa 2,9% do PIB (Produto Interno Bruto) e será paga a cerca de 78 milhões de brasileiros. A conta considera os trabalhadores do mercado formal, inclusive os empregados domésticos e beneficiários da Previdência Social, aposentados e beneficiários de pensão da União e dos estados.

O número de pessoas que receberá o 13º salário em 2011 é cerca de 5,4% superior ao observado em 2010. Desse total, 29,7 milhões são aposentados ou pensionistas (38,1% do total).

Os trabalhadores com carteira assinada, 48,3 milhões de pessoas, correspondem a 61,9% do total. E os empregados domésticos (formais com carteira de trabalho) somam 2,4 milhões, ou 3,1% do total. Cerca de outras 1 milhão de pessoas (1,2% do total) são aposentados e beneficiários de pensão da União.

Do montante a ser pago a título de 13º, cerca de 20% dos R$ 118 bilhões, pouco mais de R$ 34 bilhões serão pagos aos beneficiários do INSS. Outros R$ 84 bilhões, ou 71% do total, irão para os empregados formalizados, incluindo os domésticos.

Não são levados em consideração dos ganhos dos autônomos, assalariados sem carteira ou trabalhadores com outras formas de inserção no mercado de trabalho. Também não é considerado, pelo levantamento, o adiantamento da primeira parcela do 13º salário ao longo do ano.

POR REGIÃO

A região Sudeste é a que deve concentrar a maior parte da quantia que será injetada na economia (51,3%) porque possui a maior parte de trabalhadores, aposentados e pensionistas do país. Outros 15,4% devem ficar na região Sul e 15,19% na região nordeste. As regiões centro-oeste e norte devem ficar com 8,6% e 4,6% do valor, respectivamente.

Segundo o estudo do Dieese, a média recebida no país é de R$ 1.445. Já o maior valor médio para o 13º salário, levando-se em conta todos os beneficiados (trabalhadores, aposentados e pensionistas), deve ser pago em Brasília, e chegar ao ao valor de R$ 3.193 (ante R$ 2.850, em 2010). O menor, de R$ 974 (ante R$ 830, em 2010), deve ser pago no Maranhão.

A economia paulista deverá receber, até o final de 2011, a título de 13° salário, cerca de R$ 35,9 bilhões, aproximadamente 30,4% do total do Brasil e 59,3% da região Sudeste. Esse montante representa em torno de 2,7% do PIB estadual.

POR SETOR

Os dados mostram que cerca de R$ 82 bilhões que serão pagos, até o final do ano, destinam-se a 45,9 milhões de trabalhadores formais. Desse total, 60% ficarão com empregados do setor de serviços (incluindo administração pública). Aos empregados da indústria serão destinados 21%. Os comerciários receberão 12,5% e os trabalhadores da construção civil, 4,8%. Outros 2% serão pagos aos trabalhadores da agropecuária.

 

Fonte: Folha

 

 

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Na Inglaterra cobradores são impedidos de abordar devedores nas redes sociais

 

Abordar devedores nas redes sociais

Abordar devedores nas redes sociais

 

Os cobradores de dívidas, normalmente, ligam para as casas dos devedores para saber quando eles poderão acertar suas contas. No entanto, na era das redes sociais, em alguns locais já virou comum ver empresas entrando em contato com clientes para tentar quitar débitos por meio de perfis no Facebook e no Twitter, por exemplo.

Na Inglaterra, porém, isso foi proibido. A OFT, organização responsável por fiscalizar esta relação entre companhias e público, quer prevenir que as pessoas acabem tendo que passar pelo “estresse e constrangimento” de serem cobrados na internet, na frente de todos os seus amigos.

“Não é justo e também é impróprio fazer este tipo de cobrança. Causa estresse e constrangimento ao devedor. Não é um bom negócio. Tivemos algumas reclamações em relação a isso e vamos continuar verificando o mercado para evitar este tipo de comunicação”, disse um representante da OFT ao jornal inglês Daily Mail.

Além desse foco nas redes sociais, outras atividades de cobrança também estão sendo investigadas pela organização, como nos casos em que os devedores passam por problemas de saúde e são cobrados nos hospitais, por exemplo.

 

Fonte: techtudo

 

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Trocar de banco é opção para quem está endividado

Trocar de banco em busca de melhores condições de crédito é uma alternativa vantajosa, principalmente para quem já está endividado. Apesar disso, poucos correntistas optam pela portabilidade crédito, que, na prática, permite que um cliente com dívidas e empréstimos em um banco possa trocar o débito por outra linha de crédito com melhores prazos e condições de tarifas, em outra instituição financeira. Segundo levantamento do Banco Central, o volume transferido entre as instituições financeiras, em julho, foi de apenas R$ 247 milhões. Um valor ainda muito pequeno quando comparado ao total do saldo de crédito no sistema que, no mesmo período, era de R$ 1,8 trilhão.

Recurso deve ser usado para conseguir vantagens bancárias como tarifas reduzidas

Especialistas afirmam que a principal justificativa para os consumidores não aproveitarem mais os benefícios da portabilidade de crédito é a falta de informação e educação financeira. Sem conhecimento sobre a possibilidade de transferir dívidas e empréstimos, muitos brasileiros deixam de aproveitar esse recurso, que não permite, por exemplo, que os bancos cobrem tributação diferenciada, tarifa de transferência ou Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), exceto quando um valor adicional for liberado como empréstimo. Outra vantagem é que essa operação exige que a nova instituição faça um desconto proporcional de juros na dívida transferida sobre as parcelas que ainda não venceram.

Mas, embora seja vantajosa, a portabilidade de crédito exige atenção. O consumidor deve analisar com rigor as condições de crédito oferecidas pelo novo banco, sem ficar preso apenas às taxas de juros. “Muitas vezes uma proposta aparentemente vantajosa pode envolver cobranças adicionais como emissão de boleto e manutenção de conta que, muitas vezes, acabam não compensando o processo”, afirma Reginaldo Gonçalves, coordenador de ciências contábeis da faculdade Santa Marcelina.

Para evitar problemas como estes, os interessados na portabilidade de crédito devem negociar as condições de pagamento com a nova instituição financeira e não se intimidar com possíveis vendas casadas de serviços. “Após a negociação é importante pedir uma cópia do novo contrato e guardar o comprovante da quitação dos débitos. Isto é fundamental para que o consumidor garanta seus direitos e evite problemas futuros”, diz Renata Reis, especialista em defesa do consumidor do Procon-SP.

Na transferência dos débitos, muitos agentes bancários chamados “pastinhas” oferecem trocos para os clientes. Esta operação, entretanto, pode causar enganos e até aumentar o valor da dívida. “O que não se percebe, muitas vezes, é que o número de parcelas aumenta e com isso o débito fica maior. Por isso, o consumidor deve estar atento às propostas com valores superiores ao original”, afirma Renata. “A troca com troco é campeã de reclamações, seguida pela demora das instituições em fornecer o boleto de antecipação da dívida”, diz Renata. Segundo o BC, em julho deste ano foram registradas mais de 28,8 mil transações de portabilidade, com valor médio de R$ 8,5 mil cada.

Fonte: IG – SP

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Crédito e cobrança