1.
JURO
Por definição, a remuneração do capital: preço pago pelo uso de fundos tomados por empréstimo; pode referir-se também a um valor adicional, incidente sobre as parcelas de pagamento ou sobre o montante total, cobrado ao consumidor nos casos de compra a prazo no comércio varejista, ou nos casos de aquisição de máquinas, equipamentos e insumos (agrícolas ou industriais) em instituições de crédito e financiamento, públicas ou privadas; expressado geralmente por uma percentagem anual, semestral, trimestral ou mensal, seu cálculo considera três variáveis: o valor do capital inicial (ou do bem adquirido), o prazo para que seja saldado e a taxa de mercado; quando calculado sobre o principal, denomina-se juro simples , enquanto que o juro composto é o que se vai calculando, ao fim de cada período, sobre o principal acrescido do juro do período anterior, ou novo montante
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2.
JURO BANCÁRIO
A taxa de juros cobrada pelos bancos nas operações efetuadas junto aos clientes varia com o tipo de operação realizada: cheque especial, empréstimo pessoal, desconto de duplicata, capital de giro etc. Os valores são, em geral fixados pelos movimentos do mercado, isto é, giram em torno de taxas comuns a todos os bancos, com pequenas variações conforme a política do estabelecimento
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3.
JURO DE MORA
Valor acrescentado ao montante de uma dívida financeira, decorrente da mora, isto é, atraso no pagamento: cobrado ao devedor que não cumpriu as obrigações contratuais, voluntária ou culposamente.
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4.
JURO EXATO
São aqueles incidentes tomando-se por base um ano de 365 dias
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5.
JURO NOMINAL
É o juro correspondente a um empréstimo ou financiamento, incluindo a correção monetária do montante emprestado. Quando a inflação é zero, inexistindo correção monetária, o juro nominal é equivalente ao juro real
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6.
JUST-IN-TIME
Expressão inglesa que poderia ser traduzida não literalmente por ‘a peça necessária, na quantidade necessária, no momento necessário’, designando um método que se aplica à administração da produção, destinado basicamente à redução de estoques (e dos recursos financeiros e espaços físicos para mantê-los), à redução do tempo de fabricação e à eliminação das perdas, com vistas ao aumento da produtividade.
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